sábado, 4 de fevereiro de 2012
Costa Concordia pode causar pior desastre ambiental na Itália em 20 anos
Especialista afirma que se navio deslizar um pouco mais para baixo e o combustível começar a vazar, limpeza deve demorar anos
A Itália está sob o risco de sofrer o maior desastre ambiental do país em mais de duas décadas, caso as 2,4 mil toneladas de combustível do Costa Concordia poluam uma das reservas marítimas mais apreciadas do Mediterrâneo.
Sete dias depois de o navio de cruzeiro de 114,5 mil toneladas tombar na costa da Toscana, a grande embarcação está apresentando graus de movimentação sobre uma formação rochosa submarina, ameaçando tombar ainda mais e atrapalhando os planos de bombear o combustível de forma segura.
O navio tombou depois de bater em uma rocha e agora está de lado em uma plataforma com cerca de 20 metros de profundidade perto da pequena ilha de Giglio. Onze pessoas morreram e ainda há 21 desaparecidas.
Com pouca esperança de encontrar sobreviventes, os especialistas advertem que, além da perda de vidas, o acidente poderá se transformar na pior emergência ambiental marítima da Itália desde o naufrágio do Amoco Milford Haven, que levava 144 mil toneladas de óleo, na costa de Gênova em 1991.
A limpeza daquela região foi concluída em 2008, 17 anos depois do acidente, e a carcaça do Haven ainda se encontra no leito do mar, disse Luigi Alcaro, chefe para emergências marítimas da Ispra, a agência governamental italiana para o ambiente.
"Se o Costa Concordia deslizar um pouco mais para baixo e o combustível começar a vazar para água, poderemos falar em anos e em dezenas de milhões de euros para a limpeza", disse Alcaro à Reuters.
A quantidade de combustível a bordo do Costa Concordia - 2,38 mil toneladas de diesel pesado e de óleo lubrificante, é comparável ao que é transportado por um petroleiro pequeno, disse o ministro do Meio Ambiente da Itália, Corrado Clini, ao Parlamento esta semana. Até o momento, os tanques de combustível parecem intactos.
Clini afirmou que mesmo um vazamento controlado seria altamente tóxico para a flora e a fauna da região, um parque natural marítimo conhecido por suas águas claras e pelos corais e vida marinha variados.
A ilha de Giglio é um lugar renomado para mergulho e o arquipélago ao redor abriga mais de 700 espécies botânicas e animais, incluindo tartarugas, golfinhos e focas.
Alcaro afirmou que o cenário mais otimista seria estabilizar o navio e bombear o óleo por meio de uma técnica conhecida como "hot tap". "O óleo no navio é muito grosso e pegajoso, então será preciso perfurar o casco e aquecê-lo para torná-lo mais fluido e mais fácil de extrair", disse ele à Reuters. "Isso pode ser feito em cerca de um mês nos 13 tanques externos do navio. Há outros 10 tanques no interior, e esses são muito mais difíceis de alcançar."
Caso a embarcação escorregue ainda mais para dentro da água, porém, o melhor seria que os tanques se rompessem e o combustível boiasse até a superfície, disse ele. "Haveria pânico por algumas semanas, é claro, mas o 'mar negro' de combustível o tornaria visível e mais fácil de recolher. O pior cenário de todos é ter o óleo vazando lentamente."
Especialistas apontam possíveis 'destinos' para Costa Concordia
Nesta sexta-feira, as buscas por desaparecidos do naufrágio foram retomadas, porém somente na superfície. As operações no Costa Concordia tinham sido suspensas depois que a embarcação se movimentou novamente. Essa foi a terceira paralisação do trabalho das equipes de resgate.
Cosimo Nicastro, porta-voz da guarda costeira, disse nesta sexta-feira que as autoridades vão determinar na manhã de sábado se enviarão ou não mergulhadores para as buscas do navio, que está parcialmente submerso.
Ele acrescentou que as buscas vão se ater principalmente ao terceiro andar do transatlântico, onde estavam os botes salva-vidas. De acordo com autoridades, a proa (parte da frente da embarcação) afunda a 15 milímetros por hora, enquanto a popa (parte de trás) afunda a sete milímetros por hora.
A superfície total na qual o navio se apoia é de mil metros, enquanto o casco se encontra relativamente próximo de um precipício com uma inclinação de 24 graus. "O navio foi estabilizado e a busca na parte superior da embarcação está sendo retomada", disse o porta-voz da marinha italiana Alessandro Busonero à AFP.
Costa Concórdia visto do espaço!
Costa Concórdia - possível desastre ambiental!
Algo para pesquisarem!
Visitem este site e experimentem... Ao divertirem-se aprendem!
http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/
Experiências de Efeito de Estufa
Hoje vamos fazer uma experiência e testar o efeito de estufa. Estão preparados?! Primeiro têm que reunir o material de que necessitam e depois vamos experimentar!
Vais precisar de:
- dois copos com água;
- uma caixa de sapatos;
- película aderente;
- papel alumínio;
- luz do Sol ou uma lâmpada.
Toca a experimentar:
Forra o interior da caixa com o papel-alumínio, coloca um dos copos com água dentro dela e tampa-a com a película aderente. Depois, coloca a caixa e o segundo copo com água na direção de uma luz forte (Sol ou lâmpada). Um dia ensolarado é perfeito para realizar essa experiência!
Depois de uns 15 minutos, abre a caixa e vê qual dos copo tem a água mais quente. Se tiveres um termómetro podes conferir com ele, mas é possível sentir mesmo com o dedo!
O que aconteceu?
A água do copo da caixa aqueceu mais! Isso porque o ar do interior da caixa foi aquecido pela luz que passou pela película aderente e não conseguiu sair, ficou preso lá dentro.
A mesma coisa acontece com o nosso planeta! É o que chamamos de efeito estufa: a luz do Sol atravessa a atmosfera e aquece a superfície do planeta, mas o calor não consegue sair para o espaço porque os gases de efeito estufa que envolvem a Terra não deixam. Esse efeito é um evento natural que permite a vida em nosso planeta. Sem ele, a Terra ficaria muito fria e não teria uma variedade de espécies tão grande. Mas a poluição tem desregulado esse efeito. A queima de florestas e de combustível dos carros e a poluição do ar provocada pelas indústrias têm aumentado a quantidade desses gases estufa. Por isso, o planeta está se aquecendo mais do que deveria!
Vais precisar de:
- dois copos com água;
- uma caixa de sapatos;
- película aderente;
- papel alumínio;
- luz do Sol ou uma lâmpada.
Toca a experimentar:
Forra o interior da caixa com o papel-alumínio, coloca um dos copos com água dentro dela e tampa-a com a película aderente. Depois, coloca a caixa e o segundo copo com água na direção de uma luz forte (Sol ou lâmpada). Um dia ensolarado é perfeito para realizar essa experiência!
Depois de uns 15 minutos, abre a caixa e vê qual dos copo tem a água mais quente. Se tiveres um termómetro podes conferir com ele, mas é possível sentir mesmo com o dedo!
O que aconteceu?
A água do copo da caixa aqueceu mais! Isso porque o ar do interior da caixa foi aquecido pela luz que passou pela película aderente e não conseguiu sair, ficou preso lá dentro.
A mesma coisa acontece com o nosso planeta! É o que chamamos de efeito estufa: a luz do Sol atravessa a atmosfera e aquece a superfície do planeta, mas o calor não consegue sair para o espaço porque os gases de efeito estufa que envolvem a Terra não deixam. Esse efeito é um evento natural que permite a vida em nosso planeta. Sem ele, a Terra ficaria muito fria e não teria uma variedade de espécies tão grande. Mas a poluição tem desregulado esse efeito. A queima de florestas e de combustível dos carros e a poluição do ar provocada pelas indústrias têm aumentado a quantidade desses gases estufa. Por isso, o planeta está se aquecendo mais do que deveria!
Saudações Pardalesca!
Vamos testar a tua cultura geral?!
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dE9QenBTTkFSdDFlbk05ekhJUTA1RlE6MQ
O professor Pardal só conseguiu colocar o link. Acedam e respondam!
Sadações Pardalescas.
O professor Pardal só conseguiu colocar o link. Acedam e respondam!
Sadações Pardalescas.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Earth Song - Michael Jackson
"Ravaging the seas
(What about us)
What about forest trails
(ooo, ooo)
Burnt despite our pleas
(What about us)
What about the holy land
(What about it)
Torn apart by greed
(What about us)
What about the common man"
Alterações Climáticas, sim preocupam-me!
As alterações climáticas têm vindo a ser identificadas como uma das maiores ameaças ambientais, sociais e económicas que o planeta e a humanidade enfrentam na actualidade.
A resposta política a este problema requer uma acção concertada e assertiva, traduzida na tomada de medidas que minimizem as causas antropogénicas e que preparem a sociedade para lidar com os seus impactes biofísicos e socioeconómicos.
No âmbito dos compromissos internacionais, nomeadamente do Protocolo de Quioto, Portugal assumiu o objectivo de limitar o aumento das suas emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 27%, no período de 2008-2012, relativamente aos valores de 1990. Para cumprir este objectivo, constituem instrumentos fundamentais:
- O Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC), aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 104/2006, de 23 de Agosto e alterado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2008, de 4 de Janeiro, que define um conjunto de políticas e medidas internas que visam a redução de emissões de GEE por parte dos diversos sectores de actividade;
- O Plano Nacional de Atribuição de Licenças de Emissão (PNALE), que é aplicável a um conjunto de instalações fortemente emissoras de GEE, e como tal incluídas no Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE);
- O Fundo Português de Carbono, criado pelo Decreto-Lei n.º 71/2006, de 24 de Março, que visa o desenvolvimento de actividades para a obtenção de créditos de emissão de GEE, designadamente através do investimento em mecanismos de flexibilidade do Protocolo de Quioto.
Apesar da existência do instrumento internacional para a redução de emissões que é o Protocolo de Quioto e dos correspondentes instrumentos nacionais, considera-se que, face aos padrões actuais de conhecimento, as alterações do clima são inevitáveis, existindo ainda grande consenso de que as emissões globais de gases com efeito de estufa continuarão a aumentar nas próximas décadas. O progresso científico tem, além disso, permitido reconhecer que, mesmo que as concentrações de gases com efeito de estufa estabilizassem, o aquecimento e a subida do nível médio do mar continuariam durante séculos, devido à dinâmica associada aos processos climáticos.
Acompanhando o que se vai fazendo noutros países, nomeadamente na UE, Portugal adoptou em Abril de 2010 a ENAAC - Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas. Com esta Estratégia pretende-se dotar o País de um instrumento que promova a identificação de um conjunto de linhas de acção e de medidas de adaptação a aplicar, designadamente através de instrumentos de carácter sectorial, tendo em conta que a adaptação às alterações climáticas é um desafio eminentemente transversal, que requer o envolvimento de um vasto conjunto de sectores e uma abordagem integrada.
A resposta política a este problema requer uma acção concertada e assertiva, traduzida na tomada de medidas que minimizem as causas antropogénicas e que preparem a sociedade para lidar com os seus impactes biofísicos e socioeconómicos.
No âmbito dos compromissos internacionais, nomeadamente do Protocolo de Quioto, Portugal assumiu o objectivo de limitar o aumento das suas emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 27%, no período de 2008-2012, relativamente aos valores de 1990. Para cumprir este objectivo, constituem instrumentos fundamentais:
- O Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC), aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 104/2006, de 23 de Agosto e alterado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2008, de 4 de Janeiro, que define um conjunto de políticas e medidas internas que visam a redução de emissões de GEE por parte dos diversos sectores de actividade;
- O Plano Nacional de Atribuição de Licenças de Emissão (PNALE), que é aplicável a um conjunto de instalações fortemente emissoras de GEE, e como tal incluídas no Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE);
- O Fundo Português de Carbono, criado pelo Decreto-Lei n.º 71/2006, de 24 de Março, que visa o desenvolvimento de actividades para a obtenção de créditos de emissão de GEE, designadamente através do investimento em mecanismos de flexibilidade do Protocolo de Quioto.
Apesar da existência do instrumento internacional para a redução de emissões que é o Protocolo de Quioto e dos correspondentes instrumentos nacionais, considera-se que, face aos padrões actuais de conhecimento, as alterações do clima são inevitáveis, existindo ainda grande consenso de que as emissões globais de gases com efeito de estufa continuarão a aumentar nas próximas décadas. O progresso científico tem, além disso, permitido reconhecer que, mesmo que as concentrações de gases com efeito de estufa estabilizassem, o aquecimento e a subida do nível médio do mar continuariam durante séculos, devido à dinâmica associada aos processos climáticos.
Acompanhando o que se vai fazendo noutros países, nomeadamente na UE, Portugal adoptou em Abril de 2010 a ENAAC - Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas. Com esta Estratégia pretende-se dotar o País de um instrumento que promova a identificação de um conjunto de linhas de acção e de medidas de adaptação a aplicar, designadamente através de instrumentos de carácter sectorial, tendo em conta que a adaptação às alterações climáticas é um desafio eminentemente transversal, que requer o envolvimento de um vasto conjunto de sectores e uma abordagem integrada.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Professor Pardal
O Professor Pardal é o inventor mais famoso de Patópolis, é um amigo dos Escoteiros-Mirins e tem bons sentimentos com todo mundo. Mesmo que suas invenções não funcionem sempre da maneira que se espera, suas intenções são sempre boas. Pardal é ajudado frequentemente por Lampadinha, um pequeno andróide com uma lâmpada no lugar da cabeça, que é considerado sua maior invenção.
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